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A
Medicina Ortomolecular é, antes de mais nada, a medicina da
saúde, e não da doença. Antes de se tornar visível, a doença
já é resultado de uma disfunção molecular. O uso de antioxidantes
combate justamente esta disfunção, sendo fundamental na prevenção
de doenças.
Na
Geriatria
As
células do corpo humano são dotadas de um poderoso arsenal
biológico de defesa contra os radicais livres. No entanto,
com o passar do tempo, o organismo vai perdendo sua força
e começa o processo de envelhecimento. Ao impedir que os radicais
livres ganhem a batalha contra estes mecanismos naturais de
defesa, a Medicina Ortomolecular procura retardar o envelhecimento,
melhorando sensivelmente os rendimentos intelectuais, físico
e psicológico. O uso orientado e individualizado de substâncias
antioxidantes fortalece as defesas imunológicas, melhora
a qualidade das células e ativa as funções
orgânicas que tendem a diminuir com o passar do tempo.
Como
coadjuvante no tratamento de doenças degenerativas associadas
ao processo de envelhecimento
Estudos
já demonstraram que, quanto mais o paciente produz enzimas
antioxidantes, mais rapidamente melhora. Esta recomposição
molecular, fruto da bem avaliada administração de substâncias
antioxidantes, contribui, inclusive, para a redução de efeitos
colaterais de medicamentos convencionais, como anestésicos
e tratamentos quimioterápicos.
No
Atletismo
Devido
ao alto consumo de oxigênio, atletas, em geral, estão mais
propensos à oxidação das células, tendo sua performance diminuída.
O uso de antioxidantes reduz este processo de oxidação e,
por conseqüência, melhora seu desempenho.
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